Dra. Laline Fortes explica quantas vezes uma criança pode adoecer por ano

Pediatra explica que crianças saudáveis podem apresentar diversas infecções ao longo do ano e destaca os sinais que exigem atenção dos pais

Coriza, tosse, febre e viroses frequentes fazem parte da rotina de muitas famílias, especialmente nos primeiros anos de vida. Quando esses episódios se repetem, é comum que pais e mães se perguntem se a criança está com a imunidade baixa ou se existe algum problema de saúde mais sério.

Segundo a Dra. Laline Fortes, pediatra da Clínica Pequeninos, essa preocupação é compreensível, mas, na maioria das vezes, a frequência das doenças faz parte do desenvolvimento normal da imunidade infantil.

“Nos primeiros anos de vida, o sistema imunológico ainda está amadurecendo. Cada contato com vírus e bactérias funciona como um aprendizado para o organismo, permitindo que a criança desenvolva mecanismos naturais de defesa”, explica a especialista.

De acordo com a médica, crianças que frequentam creches ou escolas tendem a apresentar um número maior de infecções respiratórias, justamente pelo contato constante com outras crianças. Em muitos casos, isso não representa baixa imunidade, mas sim uma fase esperada do desenvolvimento.

Quantas vezes uma criança pode adoecer por ano?

Segundo a Dra. Laline Fortes, uma criança saudável pode apresentar entre 8 e 12 episódios de infecções respiratórias por ano, principalmente nos primeiros anos de vida. Apesar de parecer um número elevado, essa frequência é considerada normal pela pediatria.

O importante não é apenas quantas vezes a criança adoece, mas como ela evolui. Se ela se recupera bem, cresce adequadamente, ganha peso e mantém seu desenvolvimento dentro do esperado, normalmente não há motivo para preocupação.

Quando os pais devem procurar um pediatra?

Embora as infecções recorrentes façam parte da infância, alguns sinais merecem atenção.

Casos de internações frequentes, infecções graves, necessidade repetitiva de antibióticos, dificuldade para ganhar peso, atraso no desenvolvimento ou doenças incomuns podem indicar a necessidade de uma investigação mais detalhada.

“Nesses casos, a avaliação pediátrica é fundamental para identificar se existe alguma condição que precise de acompanhamento específico”, ressalta a Dra. Laline.

Como fortalecer a imunidade infantil?

A especialista destaca que não existem fórmulas milagrosas para impedir que uma criança fique doente. O fortalecimento da imunidade acontece principalmente por meio de hábitos saudáveis.

Entre os principais cuidados estão manter a vacinação em dia, oferecer uma alimentação equilibrada, garantir boas horas de sono, incentivar a hidratação, estimular atividades ao ar livre e manter hábitos adequados de higiene.

Informação e acompanhamento fazem toda a diferença

Para a Dra. Laline Fortes, compreender que adoecer faz parte da infância ajuda a reduzir a ansiedade das famílias e evita tratamentos desnecessários.

“O mais importante é observar o estado geral da criança e manter o acompanhamento regular com o pediatra. Assim, conseguimos diferenciar o que faz parte do desenvolvimento normal da imunidade daquilo que realmente precisa de investigação”.

Na Clínica Pequeninos, esse acompanhamento é realizado de forma individualizada, oferecendo às famílias orientação baseada em evidências científicas, acolhimento e cuidado integral para que cada criança cresça com saúde e qualidade de vida.

Instagram: @dralalinefortes, @clinica_pequeninos

Endereço: Pires Ferreira, 555 – Parnaíba

Telefone: (86) 9861-0031

Compartilhar

Últimas

Mais buscadas

Relacionadas

Transformar vidas: a missão do Pix do Milhão, o maior clube de benefícios do país

Regulado pela SUSEP e construído sobre benefício recorrente, o clube reúne histórias de contemplados que reorganizaram a própria trajetória a partir da premiação. Para a marca, esse impacto social é o eixo que dá sentido a um modelo de assinatura em expansão no Brasil.

Como proteger o investimento em TI diante da alta nos preços dos equipamentos

Fabricantes anunciam reajustes, o dólar pressiona os custos e renovar a infraestrutura ficou mais caro. Nesse cenário, cresce entre empresas de todos os portes a busca por soluções capazes de prolongar a vida útil dos equipamentos sem comprometer desempenho, disponibilidade e segurança.

Da cadeira à gestão: como a tecnologia forma donos de salão empreendedores

Profissionalização impulsionada por plataformas digitais de gestão redefine o papel de quem toca um salão, uma barbearia ou uma clínica de estética no Brasil

O restaurante sem cozinha que está redesenhando o fast food de massas no Brasil

Criada em Joinville, a Fratellino opera sem fogão, sem coifa e sem ponto de gás. Os molhos chegam esterilizados em autoclave e a loja apenas monta o prato, em cerca de três minutos, com uma equipe de até duas pessoas